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Ulisses Correia define “desenvolvimento sustentável” como meta para Cabo Verde


  17 Septembre      2        Human Development (1291), Photos (3183), Society (12186),

   

Cidade da Praia, 17 Set (Inforpress) – O primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, disse, na Cidade da Praia, que “não satisfaz” ter Cabo Verde como país de desenvolvimento médio e defendeu, na mesma linha, uma transição para o desenvolvimento sustentável.

“Nós saímos de país muito pobre para país menos avançado. Conseguimos a transição do país de rendimento médio, mas país de rendimento médio não é estação para ficar. Não queremos permanecer mais 10, 20 ou 50 anos em país de rendimento médio e ainda por cima em condições de condicionalidade de financiamentos mais gravosas”, afirmou.

Ulisses Correia discursava, esta segunda-feira no acto de inauguração do escritório do Banco Mundial em Cabo Verde, sito no edifício das Nações Unidas, em Achada de Santo António, na Cidade da Praia.

A meta que o governo quer traçar com toda a comunidade internacional é, conforme Ulisses Correia, atingir o desenvolvimento sustentável.

“Não nos satisfaz ficar em país de rendimento médio e a transição que deve ser feita deve ser transição para o desenvolvimento sustentável e não para uma fase que ficando lá poderemos ter problemas de sustentabilidade”, acrescentou.

O primeiro-ministro disse ainda que o governo está “sintonizado” com o apoio do Banco Mundial para poder levantar e “continuar a fazer um bom voo”. Augurou ainda o governante que haja, cada vez mais, “boas parcerias”.

“Cabo Verde, garanto que cumpre e cumpre nas relações de confiança com os investidores com os nossos parceiros e cumpre com aquilo que é a nossa responsabilidade: dar a essa geração a esperança de um país muito melhor”, prosseguiu Ulisses Correia, defendendo que “a dor de cabeça que cada geração vai ter não deve passa-la para as próximas gerações”.

Ainda no seu discurso, Ulisses Correia assinalou o simbolismo da abertura da representação permanente do Banco Mundial em Cabo Verde. Conforme disse, “muito mais do que aspecto físico da instalação é uma relação de muita confiança”.

“Termos, nesse momento, o Banco Mundial, representado de uma forma permanente, criando condições de maior proximidade, maior conhecimento da realidade do país, maior comprometimento não só com o governo, mas com as organizações da sociedade civil, as empresas, as instituições. Para nós, de facto, é um sinal muito forte de que estamos juntos e cada vez mais fortes”, asseverou.

Conforme ressaltou o primeiro-ministro, o governo está “satisfeito” com a” boa parceria” com o Banco Mundial, que já vem de várias décadas, atravessando vários governos, “mas que demonstra ser, de facto, um comprometimento forte do Banco com o desenvolvimento de Cabo Verde”.

GSF/JMV

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