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ONU Mulheres promove Convenção Nacional para dar mais visibilidade às mulheres empreendedoras


Cidade da Praia- A ONU Mulheres realiza desta quarta-feira até sábado, a primeira Convenção Nacional das Mulheres Empreendedoras com vista a dar mais visibilidade as mulheres empreendedoras e ajuda-las a procurar soluções para ultrapassar as barreiras que enfrentam no negócio.
Em declarações à Imprensa, a representante da ONU Mulheres, Cláudia Rodrigues reconheceu que ser mulher empreendedora em Cabo Verde não é fácil, pois, há muitas barreiras como a questão da formalização dos negócios e acesso ao crédito que as impedem de crescer.
Entretanto, garantiu que os caminhos existem e essas mulheres precisam conhecer esses caminhos para que possam trilhar, uma vez que os dados estatísticos apontam que apenas 35 por cento (%) das empresas são lideradas por mulheres, mas por outro lado, isto é, no comércio informal, a maioria das empreendedoras são mulheres.
É neste sentido que a ONU Mulheres resolveu juntar na mesma sala, na Cidade da Praia, mulheres que estão firmadas no mercado e outras que estão no sector informal para que possam analisar as dificuldades que as impedem de formalizar o negócio, como ultrapassar essas barreiras e contornar essas situações.
“Vamos discutir o que as dificultam. Não só a formalização, mas para além da formalização, o crescimento da sua marca, da sua empresa, de fazer com que essas empresas sejam uma diferença não só na vida dessas mulheres, mas sejam um contributo para o crescimento do nosso país”, disse, ajuntando que o principal objectivo desta convenção é dar visibilidade às indústrias, serviços e comércio liderados por mulheres e promover um espaço de troca de ideias, experiências e formação de e para mulheres.
Cláudia Rodrigues notou que o país ainda vive numa situação de crise dos cuidados, ou seja, as mulheres “têm pobreza de tempo” porque dedicam muito tempo ao trabalho não remunerado, ao cuidar das pessoas dependentes como crianças, idosos ou com deficientes, e acabam por não ter tempo de resolver outras questões.
Para além desta componente, apontou ainda a questão da liderança, isto é, estar disponível e ter tempo para investir no crescimento da sua empresa e a questão da qualificação que ainda pode ser baixa nas mulheres do sector informal e que as podem dificultar ainda mais nos seus trabalhos.
“Não é a qualificação que determina o sucesso ou insucesso, muitas vezes é a atitude, o comportamento, e sabemos que as badias e mulheres de outras ilhas têm esse saber fazer, mas podemos crescer ainda mais e é isso que queremos, dar-lhes as ferramentas para que elas cresçam mais e produzam riquezas para as suas famílias e para o país”, sublinhou.
Durante o dia de hoje e quinta-feira, as 50 mulheres que vieram de todos os cantos do país vão estar a participar em acções de capacitação em liderança pessoal e consultoria de imagem como empoderamento, apresentação dos programas de financiamento da Pro-Empresa, Atendimento ao Cliente, como criar uma imagem apelativa no stand, economia circular verde e gestão financeira de negócios.
Já nos dias 13 e 14, essas empreendedoras estarão na praça Diogo Gomes a apresentarem os seus produtos para o público numa feira intitulada “Fetu Pa Mudjeris”.
De acordo a mesma responsável, depois desta convenção, para além de se institucionalizar essa convecção, a ONU Mulheres vai continuar a apoiar o Governo na implementação do Plano Nacional dos Cuidados, que no seu entender é a base que vai apoiar, sobretudo, as mulheres a se libertarem desse tempo que é consumido em outras tarefas.
Vão ainda em parceria com a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (ONUDI) apoiar as mulheres na análise e estudos em cadeia de valores, isto é, ajudar-lhes a levar os seus produtos para os outros mercados.
A I Convenção das Mulheres Empreendedoras enquadra-se no âmbito da estratégia 2018-2021 da ONU Mulheres em Cabo Verde que foi elaborada tendo em conta o programa do Governo, o programa nacional de Igualdade e género e o Plano Desenvolvimento Sustentável e tenta dar respostas às necessidades da agenda 2030 dos Objectivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), visando o alcance dos ODS 5 e 8.

ONU Mulheres promove Convenção Nacional para dar mais visibilidade às mulheres empreendedoras


Cidade da Praia- A ONU Mulheres realiza desta quarta-feira até sábado, a primeira Convenção Nacional das Mulheres Empreendedoras com vista a dar mais visibilidade as mulheres empreendedoras e ajuda-las a procurar soluções para ultrapassar as barreiras que enfrentam no negócio.
Em declarações à Imprensa, a representante da ONU Mulheres, Cláudia Rodrigues reconheceu que ser mulher empreendedora em Cabo Verde não é fácil, pois, há muitas barreiras como a questão da formalização dos negócios e acesso ao crédito que as impedem de crescer.
Entretanto, garantiu que os caminhos existem e essas mulheres precisam conhecer esses caminhos para que possam trilhar, uma vez que os dados estatísticos apontam que apenas 35 por cento (%) das empresas são lideradas por mulheres, mas por outro lado, isto é, no comércio informal, a maioria das empreendedoras são mulheres.
É neste sentido que a ONU Mulheres resolveu juntar na mesma sala, na Cidade da Praia, mulheres que estão firmadas no mercado e outras que estão no sector informal para que possam analisar as dificuldades que as impedem de formalizar o negócio, como ultrapassar essas barreiras e contornar essas situações.
“Vamos discutir o que as dificultam. Não só a formalização, mas para além da formalização, o crescimento da sua marca, da sua empresa, de fazer com que essas empresas sejam uma diferença não só na vida dessas mulheres, mas sejam um contributo para o crescimento do nosso país”, disse, ajuntando que o principal objectivo desta convenção é dar visibilidade às indústrias, serviços e comércio liderados por mulheres e promover um espaço de troca de ideias, experiências e formação de e para mulheres.
Cláudia Rodrigues notou que o país ainda vive numa situação de crise dos cuidados, ou seja, as mulheres “têm pobreza de tempo” porque dedicam muito tempo ao trabalho não remunerado, ao cuidar das pessoas dependentes como crianças, idosos ou com deficientes, e acabam por não ter tempo de resolver outras questões.
Para além desta componente, apontou ainda a questão da liderança, isto é, estar disponível e ter tempo para investir no crescimento da sua empresa e a questão da qualificação que ainda pode ser baixa nas mulheres do sector informal e que as podem dificultar ainda mais nos seus trabalhos.
“Não é a qualificação que determina o sucesso ou insucesso, muitas vezes é a atitude, o comportamento, e sabemos que as badias e mulheres de outras ilhas têm esse saber fazer, mas podemos crescer ainda mais e é isso que queremos, dar-lhes as ferramentas para que elas cresçam mais e produzam riquezas para as suas famílias e para o país”, sublinhou.
Durante o dia de hoje e quinta-feira, as 50 mulheres que vieram de todos os cantos do país vão estar a participar em acções de capacitação em liderança pessoal e consultoria de imagem como empoderamento, apresentação dos programas de financiamento da Pro-Empresa, Atendimento ao Cliente, como criar uma imagem apelativa no stand, economia circular verde e gestão financeira de negócios.
Já nos dias 13 e 14, essas empreendedoras estarão na praça Diogo Gomes a apresentarem os seus produtos para o público numa feira intitulada “Fetu Pa Mudjeris”.
De acordo a mesma responsável, depois desta convenção, para além de se institucionalizar essa convecção, a ONU Mulheres vai continuar a apoiar o Governo na implementação do Plano Nacional dos Cuidados, que no seu entender é a base que vai apoiar, sobretudo, as mulheres a se libertarem desse tempo que é consumido em outras tarefas.
Vão ainda em parceria com a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (ONUDI) apoiar as mulheres na análise e estudos em cadeia de valores, isto é, ajudar-lhes a levar os seus produtos para os outros mercados.
A I Convenção das Mulheres Empreendedoras enquadra-se no âmbito da estratégia 2018-2021 da ONU Mulheres em Cabo Verde que foi elaborada tendo em conta o programa do Governo, o programa nacional de Igualdade e género e o Plano Desenvolvimento Sustentável e tenta dar respostas às necessidades da agenda 2030 dos Objectivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), visando o alcance dos ODS 5 e 8.

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