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Fogo: Atraso na transferência do Fundo Rodoviário cria dificuldades na manutenção das estradas – Carlos Fernandinho Teixeira


  14 Mai      0        Job (176),

   

São Filipe, 14 Mai (Inforpress) – O atraso na transferência das verbas do Fundo Rodoviário (FR) está a criar algumas dificuldades à Câmara Municipal dos Mosteiros, ilha do Fogo, na realização dos trabalhos de manutenção das estradas municipais.
O presidente da câmara dos Mosteiros, Carlos Fernandinho Teixeira, avançou à Inforpress que, desde Janeiro, não se registou a transferência das verbas do Fundo Rodoviário e a autarquia não está provido de recursos para fazer a manutenção das estradas municipais.
O atraso na transferência do valor do Fundo Rodoviário também foi reportado pelo presidente da câmara de Santa Catarina do Fogo, Alberto Nunes, sendo que esta problemática deverá ser objecto de análise no encontro entre os três presidentes das câmaras municipais da ilha, previsto para sábado, 16 de Maio.
Além do atraso na transferência de verbas do Fundo Rodoviário visando a manutenção das estradas, Carlos Fernandinho Teixeira reclamou do valor transferido para a implementação do programa de mitigação e de resiliência à seca, observando que 800 contos mensais não permitem ao seu município criar mais de oito dezenas de postos de trabalho, número muito inferior às reais necessidades e projectados pelo município para minimizar a situação.
Este disse que com o valor de 800 contos mensais de um total de oito mil contos disponibilizados pelo Governo aos Mosteiros para implementar o programa, a autarquia procedeu à abertura de três pequenas frentes de trabalhado com um máximo, no conjunto, de cerca de 80 postos de trabalho.
Por outro lado, o autarca dos Mosteiros apontou que a problemática de areia está a inviabilizar a execução de obras municipais que estão paradas neste momento, defendendo por isso a reabertura das praias para a extracção controlada de areia.
Esta questão não se coloca apenas em relação aos Mosteiros, pois o presidente de Santa Catarina do Fogo afirmou que alguns empreiteiros que estão a executar obras municipais, nomeadamente de reabilitação de um conjunto de escolas básicas, placas desportivas, jardim de infância e construção de duas salas de aulas no complexo educativo e algumas praças e pracetas também estão a deparar com a escassez de areia para as obras.
A falta de areia também está em agenda para o encontro de sábado entre os autarcas da ilha, nomeadamente a possibilidade da sua extracção no cais de pesca do porto de Vale dos Cavaleiros, fazendo assim o desassoreamento do arrastadouro, e equacionar como distribuir a areia pelos três municípios de modo a permitir a execução das obras e garantir assim algum emprego público nos respectivos municípios.
A nível de Santa Catarina há um conjunto de obras já iniciadas, faltando a de requalificação urbana da cidade de Cova Figueira que ainda não começou porque o técnico responsável encontra-se retido na Cidade da Praia no quadro da declaração do estado de emergência e as suas prorrogações.

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