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Médico aponta estilo de vida como causa do aumento da doença cerebral no país


  22 Juillet      8        Santé (1789),

   

Bissau, 22 Jul 19 (ANG) – O médico de Cuidados Intensivos do Hospital Nacional Simão Mendes disse hoje que o aparecimento na Guiné-Bissau, de muitos problemas que afectam o cérebro  nos últimos tempos se relaciona ao estilo de vida que as pessoas levam, e que não tem nada a ver com a conservação desta “parte tão importante” do corpo humano.
Mboma Adriano Sanca, em declarações exclusivas à ANG sobre as causas das doenças cerebrais que afectam grande número de guineenses, no dia em que o mundo celebra o “Dia Internacional do Cérebro”, disse que este dia também é considerado como Dia da “Neurologia” – a Ciência que estuda o cérebro.
“No dia de hoje, em que o mundo celebra mais um dia desta doença denominada de Acidente Vascular Celebral(AVC), o que mais chama a atenção das pessoas são os grandes problemas que afectam o mundo  que é o Acidente Vascular Encefálico ou Acidente Vascular Cerebral (AVC),conhecido no nosso meio como Trombose “,disse.
O médico referiu que quando se fala de encéfalo está-se a falar do próprio cérebro, por isso, o que vem mais a tona é falar  sobre  o AVC, que está a dar cabo das pessoas na Guiné-Bissau, sem escolher a faixa etária, nível ou posição social e sexo, uma vez que outrora os idosos são as pessoas mais atingidas.
Disse que, quem  não se observar os princípios da prevenção ou seja levar uma vida saudável, não fumar, evitar bebidas alcoólicas, praticar exercícios físicos, evitar comidas com sal pode ser um candidato sério à contracção desta doença.
 “Falar do AVC hoje na Guiné-Bissau, passa por explicar o  quadro que leva à esta doença, caso da hipertensão arterial, diabetes, fumo de cigarro, bebidas alcoólicas”, disse o médico.
Mboma Sanca sublinhou que, hoje em dia, na Guiné-Bissau a camada juvenil adoptou um novo estilo de vida que não é correcto, nomeadamente o consumo das drogas que danificam o cérebro, causando epilepsia, que já é frequente no país.
Mboma disse que o AVC tem a ver com o estilo de vida, mas  que é modificável, ou seja, quem comportar de maneira correcta evitando os itens acima mencionados pode evitar esta doença.
Disse que  90 por cento dessa patologia tem a ver com o estilo de vida,  e  que, com ajuda de um médico, pode ser evitada.
Salientou  que muitas das vezes os doentes ficam em casa e quando chegam ao Hospital pode ser muito tarde.
O médico de Cuidados Intensivos considera que a doença foi importada, visto que não  existia no país.
Segundo este especialista, o guineense passou a comer mal ou seja alimenta só para encher a barriga., mas disse que a situação económica, social e financeira do país contribuíram para essa situação.
“A célula do sistema nervoso do cérebro tem três características fundamentais, ou seja recebe, processa e depois comunica, e estas três condições quando uma é afectada, falta elemento para alguém executar qualquer tarefa de podia realizar no seu estado normal”, disse.
Questionado sobre o número de doentes, de recuperados e mortes causados pela AVC no país, o médico considerou que, a maior dor de cabeça, tem a ver com a falta de dados estatísticos, acrescentando que não têm o número exacto, o que considerou de muito grave, salientando que com os dados é que se pode melhorar e conhecer as área em falta.
Para Mboma, a mensagem forte do dia de hoje vai abranger todas as franjas da sociedade, e disse que  o Ministério de Saúde pede que sejam criadas,  à todos os centros de saúde, condições para poderem guardar os dados estatísticos que vão permitir a medição do índice de  qualidade de serviços prestados, e também ajudar a saber qual é a doença que afecta mais a população, para poder intervir.
Aos técnicos de saúde aconselha o registo de casos, que vão ajudar na melhoria da qualidade do serviço, na descoberta de  falhas e permitir a inovação,quando necessário.
E ao  público diz que tem  que ser muito vigilante, sustentando que  o primeiro médico é a própria pessoa, e deve ser capaz de perceber o que corre mal no seu corpo e redigir-se  ao hospital, o mais rápido possível, “porque ficar em casa e chegar tarde ao hospital ,em muitos  casos, pode ser fatal

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