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OMS promove reunião regional sobre inovações em dados e saúde digital


  19 Septembre      7        Santé (2019),

   

Bissau, 19 Set 19 (ANG) – A Organização Mundial de Saúde (OMS) promove a partir de hoje e com duração de três dias, em Bissau, uma reunião Regional sobre inovações em dados e saúde digital para fortalecer e analisar o uso e acesso de rotina das estruturas sanitárias, em nove países africanos francófonos.
Na abertura da reunião, o representante da OMS no país afirmou que os dados de rotina recolhidos nas estruturas de saúde, são fontes importantes de informações que cobrem  as áreas da gestão de pacientes, de utilização de serviços e de cobertura de tratamento.
 Jean Marie Kipela disse que os sistemas fragmentados de gestão de dados por programas como VIH, a Tuberculose, a imunização e vigilância de doenças epidémicas, frequentemente operam de forma isolada e não se alinham com o sistema abrangente de dados, acrescentando que além disso, muitas vezes há pouSAco acesso aos dados para uso ao nível nacional e regional.
Kipela garantiu que para enfrentar esses desafios, a OMS, em colaboração parceiros da Health Data Collaborative, desenvolveu abordagens integradas e inovadoras para fortalecer a qualidade, análise, uso e acesso dos dados dos serviços de saúde, tais como” a padronização de dados comuns, o uso de plataformas digitais baseadas em nuvens, o acesso a dados em tempo real e uma abordagem integrada com participação de múltiplos parceiros.
Explicou que, para que isso aconteça, é fundamental uma abordagem integrada bem-sucedida que implica incentivar os principais parceiros de saúde a alinharem os seus recursos financeiros e técnicos em torno de uma agenda comum de medição e prestação de contas e com a estratégia do Ministério da Saúde.
Lembrou que esta reunião decorre num momento em que todos os estados membros da região africana estão empenhados na elaboração do novo ciclo de cooperação com a OMS, baseado no Décimo Terceiro Programa Geral de Trabalho, cuja meta é atingir Triplo mil bilhões de pessoas conforme os 3 eixos definidos.
“Estas exigências interpelam os estados membros a um esforço no sentido de restruturação dos seus sistemas de saúde para que sejam mais resilientes e melhor preparadas para enfrentar os desafios actuais e obterem ganhos em relação a melhoria de saúde das suas populações.
Jean Marie Kipela recordou que até ao momento a implementação desta abordagem foi apoiada pelas seguintes organizações: o Fundo Global, GAVI, UNICEF, Universidade de Oslo, CDC e PEPFAR.

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