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Partido Popular animado com “algum sinal de vida” dentro da justiça cabo-verdiana


  16 Septembre      10        Justice (524), Photos (3764), Politique (6806),

   

Cidade da Praia, 16 Set (Inforpress) – O vice-presidente do Partido Popular (PP) congratulou-se com a detenção, na semana passada, do advogado Arnaldo Silva, por suspeitas de prática de ilícitos criminais relacionados com aquisição e venda de terrenos na cidade da Praia.
Em conferência de imprensa, este domingo, para balanço da sua reunião quinzenal, o assunto foi abordado pelos populares, o vice-presidente do partido, Felisberto Semedo, disse que este foi “um sinal de vida dentro da justiça cabo-verdiana” em matéria de combate à corrupção.
“Queremos aqui deixar os nossos aplausos e congratulamos com o senhor Procurador-geral República pelo trabalho feito nos últimos dias, em que mandou notificar e ouvir um dos infratores nos crimes de corrupção e colarinho branco. Aqui ficamos mais animado, porque vemos algum sinal de vida dentro da justiça cabo-verdiana”, adiantou.
Entretanto, Felisberto Semedo manifestou a desilusão do seu partido com o tribunal, que na sua perspectiva não desempenhou de forma cabal o seu papel.
“Como sabemos, a pessoa ficou condicionada de comunicar com outras pessoas indiciadas no processo, mas, entretanto, ele fez uma comunicação para a imprensa que para nós foi mais do que uma comunicação feita indirecta aos seus pares”, considerou.
Felisberto Semedo falou também da corrupção institucional e apontou especialmente o dedo à Câmara Municipal da Praia, onde, indicou, há uma “situação vergonhosa”.
“Basta vermos como é que são geridos os terrenos da Praia. Basta vermos os terrenos que são vendidos para os estrangeiros para construção dos seus empreendimentos e outrora para revenda aos mais pobres e vermos como são tratadas as pessoas mais vulneráveis quando constroem as suas habitações nas ribeiras e nas encostas”, disse
“Há terrenos para negócios, com escândalos envolvendo vereadores nos negócios dentro da câmara municipal, mas terreno para um pobre coitado fazer a sua habitação não há, porque os preços são proibitivos”, disse, precisando que é impossível para uma pessoa com pelo menos dois salários mínimos comprar um lote de terreno que nunca é vendido por um preço inferior a 600 mil escudos.
O vice-presidente do PP lembrou ainda dos casos do Novo Banco e da empresa Águas de Santiago (ADS), para dizer que não há motivos para contentar com os índices que apontam para um baixo nível de corrupção em Cabo Verde.
MJB/JMV

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