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Cabo Verde deve continuar atento às dinâmicas de cooperação para o desenvolvimento –conferencista


  20 Octobre      10        Société (36978),

   

Cidade da Praia, 20 Out (Inforpress) – O conferencista Carlos Carvalho defendeu terça-feira que Cabo Verde deve continuar atento às dinâmicas de cooperação para o desenvolvimento e tentar ajustá-las para que o país possa ser sempre “bem ilegível” aos diferentes programas disponíveis.

A ideia foi avançada pelo conferencista e docente do Instituto Superior de Ciências Jurídicas e Sociais (ISCJS) durante o debate sobre o tema “Para além da pandemia: Cooperação União Europeia e Grupo ACP/ Cabo Verde em análise”, no âmbito do congresso internacional sobre o mundo pós-pandemia, promovido pelo instituto durante dois dias.

“Eu penso que Cabo Verde deve fazer e tem feito e que é transversal a nossa política de cooperação, que é diversificação de parceiros e de instrumentos. Devemos continuar atentos às dinâmicas e tentar ajustar para que possamos sempre ser bem elegíveis aos diferentes programas que são disponíveis”, apontou.

Carlos Carvalho adiantou que o país dispõe de recursos e critérios que permitem isso, designadamente respeito pelos direitos humanos e a boa governação que continuam a ser condicionalidade para o acesso a financiamentos.

No seu entender, Cabo Verde deve continuar atento ás dinâmicas e depois ver os diferentes mecanismos que existem internacionalmente e com parceiro tão importantes como a União Europeia ver como pode se candidatar e obter esses recursos e desenvolver alguns projectos para o país.

Explicou que o tema foi pensado na perspectiva de ver quais são os efeitos da pandemia sobre as dinâmicas da cooperação para o desenvolvimento, sendo que a União Europeia mantem uma cooperação muito forte e histórica com Organização dos Estados de África, Caraíbas e Pacífico (OEACP).

“Vamos lançar um olhar para ver como é que a pandemia altera as tendências de alocação dos fluxos de desenvolvimento e ver como é que pode haver a oportunidade para esses países irem aceder a esses fluxos de desenvolvimento r depois aplicarem no contexto nacional”, referiu.

Segundo disse, os países em desenvolvimento, designadamente Cabo Verde, encontram-se em dificuldades de acesso aos fundos internacionais, e a ideia é ver até que ponto esse novo quadro de cooperação com a União Europeia pode fornecer soluções.

“Daquilo que conheço do acordo, há um conjunto de instrumentos e mecanismos que podem facilitar o acesso a esses fundos, ao mesmo tempo que há também questões que podem pôr em causa muitas vezes alguns ganhos que já foram conseguidos”, precisou.

Tenho em conta que o país já usufrui de um financiamento, por exemplo um foco mais nas questões sanitárias e de protecção social, realçou que o arquipélago pode eleger-se a esses fundos, e mostrou-se optimista de que se houver vontade política, os parceiros podem fazer e aplicar o que está no acordo.

Avançou que um dos mecanismos que está no acordo é trazer o sector privado para a área da cooperação e permitir que complementem os esforços do sector público, e promova também investimentos, sendo que neste momento alguns países têm tido algumas dificuldades em arrecadar recursos para o seu orçamento.

Durante o encontro esteve ainda em debate “O cenário internacional e as perspectivas da sociedade internacional no pós-pandemia” e “As implicações da pandemia nas dinâmicas de segurança internacional”.

O objectivo do evento, realizado para comemorar o XV aniversario da instituição é, segundo a responsável, para reflectir “o novo mundo, a nova normalidade e os desafios” que a pandemia impõe nas diversas áreas de intervenção do ISCJS.

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