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Cinema: “Cabo Verde tem bases sustentáveis para falar da democratização do cinema e do audiovisual” – Júlio Silvão


  6 Novembre      18        Arts & Cultures (1636), Cinéma (185),

   

Cidade da Praia, 06 Nov (Inforpress) –  Cabo Verde tem bases sustentável para falar da democratização, popularização e a massificação do cinema e do audiovisual, graças aos meios tecnológicos disponíveis, em particular telemóveis com câmara de filmar incorporado.

A ideia foi defendida esta quinta-feira pelo vice-presidente da Associação do Cinema e Audiovisual de Cabo Verde (ACACV), Júlio Silvão, que participa na tarde de hoje no ‘webinar’ sobre “Democratizando do cinema e audiovisual, utopia ou possibilidade”, realizado pela associação para comemorar o Dia Mundial do Cinema, que se assinala hoje.

“Democratização do cinema não é algo exclusivo dos propósitos de Cabo Verde tendo em conta a nova tecnologia, principalmente os telemóveis novos com câmara de filmar incorporado, isso faculta este propósito nosso que é a democratização do cinema (…). Temos bases sustentável para faláramos da democratização e popularização da massificação que queiramos do cinema e do audiovisual”, advogou.

Hoje em dia, adiantou, há cada vez mais filmes feitos com telemóvel e também existem festivais de cinema de filmes produzidos com este dispositivo.

Sendo que os telemóveis estão nas mãos de toda a franja populacional em Cabo Verde, defendeu que isto permite uma acção sustentável desde a educação, passando pela cultura e pela arte, de maneira que todos podem ser produtores ou realizador, hoje em dia.

“Eles têm caminho aberto e a única questão é saber filmar, saber construir planos, e é isso que a ACACV está precisamente a fazer, a criar formações de ensinar as pessoas a utilizarem as ferramentas dos telemóveis, mostrar como construir planos e editar”, precisou, relembrando que há cerca de quatro anos iniciaram este processo em Cabo Verde.

Em relação a avaliação que faz do sector do cinema em Cabo Verde, o realizador considerou que a situação “é razoável”.

“Não digo bom porque carecemos de muita coisa, mas acho que está razoável. O que é certo é que não está enferme, e isto é fundamental porque se faz coisas interessantes, temos cada vez mais pessoas a filmar, temos cada vez mais pessoas interessadas a aprenderem a filmar, temos universidades a projectar formação na área do cinema e não generalizada entre cinema e o audiovisual”, elucidou, ajuntado que isto lhes dá mais perspectivas para o desenvolvimento deste sector.

Recentemente no parlamento, o ministro da Cultura e das Indústrias Criativas, Abraão Vicente, sugeriu que parte da receita proveniente da taxa da compensação equitativa pela cópia privada seja canalizada ao sector do cinema e do audiovisual.

Interpelado sobre esta proposta, Júlio Silvão afirmou que isto será uma fonte de financiamento “muito importante”, que pode ajudar no desenvolvimento do cinema e do audiovisual no País.

Entretanto, mas do que isso, sublinhou, estão a procurar outros financiamentos junto do Fundo do Turismo e do Fundo do Ambiente, e outros fundos, que estão relacionados com a vida dos cidadãos.

“Isto porque se tivermos como base de que o cinema e audiovisual é tão importante para o desenvolvimento de Cabo Verde como outras áreas da economia, da política, da sociedade, enfim como outras áreas consideradas importantes para o desenvolvimento do País”, explicou.

O Dia Mundial do Cinema é celebrado anualmente a 05 de Novembro.

Ao cinema atribuiu-se o título de Sétima Arte, uma designação dada pelo italiano Ricciotto Canudo na obra Manifesto das Sete Artes, em 1912.

Em comemoração ao Dia Internacional do Cinema, os espaços culturais incentivam a apreciação da Sétima Arte com exibição de filmes gratuitamente, realização de concursos e até exposições relacionadas com a história dessa manifestação artística.

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