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Cooperação Guiné-Bissau-ONU/Ministro dos Negócios Estrangeiros diz esperar uma relação que atenda as necessidades das populações


  22 Mai      10        Coopération (2388),

 

Bissau, 22 Mai 23 (ANG) – O ministro dos Negócios Estrangeiros, da Cooperação Internacional e das Comunidades afirmou hoje que o Governo guineense e as Nações Unidas(ONU), irão ter um quadro de cooperação para o desenvolvimento que atenda as necessidades das populações.

Carlos Pinto Pereira fez estas declarações durante a Reunião do Comité de Pilotagem do Quadro de Cooperação para o Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas 2022-2026, e do Comité de Pilotagem do Fundo para a Consolidação da Paz (PBF), para a Guiné-Bissau, com objectivo de acompanhar e monitorar o processo em causa.
O governante disse que o exercício, em conjunto, envolve altos representantes do Governo, do setor privado, das organizações da sociedade civil, funcionários das Nações Unidas, entre outros, que irão trabalhar, de mãos dadas, para melhorar o quadro da cooperação entre a Guiné-Bissau e a ONU.

“Gostaria de encorajar à todos a prosseguirem com este trabalho, na medida em que a implementação destes importantes projetos contribuiu, de forma significativa, para o desenvolvimento sustentável e para a consolidação da paz no nosso país, através da facilitação do diálogo político, do reforço do setor da justiça, da promoção da participação das mulheres e jovens no processo politico, bem como de um apoio adequado na coordenação destes esforços”, disse.

Pinto Pereira reafirmou a vontade e o compromisso do Governo guineense de continuar a trabalhar com o Sistema das Nações Unidas e com todos os parceiros, para superar os desafios que são colocados, ao longo do caminho para o cumprimento da agenda 2020-2030 e da Agenda Africana 2020-2063 para o desenvolvimento dos povos africanos.

Por sua vez, o ministro da Economia, Plano e Integração Regional, que presidiu a abertura oficial do evento, salientou que o Comité Conjunto de Pilotagem tem como papel principal, dialogar de forma franca sobre o quadro da cooperação existente entre o Governo da Guiné-Bissau e as Nações Unidas .

Soares Sambú salientou que precisa-se ser mais assertivos e mais vigilantes, tendo apelado a ONU para que continue com uma atitude proativa de diálogo com o Governo guineense.

“A apropriação nacional depende de nós, mas também depende de nos cederem espaço, recursos e informação durante todo o ciclo de implementação dos projectos.Apelo aos colegas que tratemos esta cooperação como prioridade e com toda a responsabilidade de co-proprietários da agenda da ONU na Guiné-Bissau”,disse.

A Coordenadora Residente do Sistema das Nações Unidas, Etona Ekole destacou que a Guiné-Bissau ainda enfrenta muitos desafios de desenvolvimento, por isso, estas reuniões de diálogo são fundamentais.

“O quadro de cooperação da Nações Unidas 2022-2026 é um plano de esforços conjuntos para que a Guiné-Bissau avance na Agenda 2030 e concretize os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável”, disse.

Segundo ela, a resposta aos desafios que se apresentam foi a renovação do compromisso na Agenda 2030 ,mas também indicação de seis àreas que podem ser catalisadoras de mudança e de transição, nomeadamente, sistema alimentar, acesso à energia e a acessibilidade à educação, alterações climáticas e biodiversidade, conectividade digital e emprego e protecção social. Ekole acrescenta que não se trata de novos objetivos mas sim áreas agregadoras e catalisadoras para acelerar a Agenda 2030.

A Coordenadora Residente da ONU reiterou a disponibilidade de apoio técnico ao Governo guineense na elaboração do relatório, tendo exortado à todos a continuarem empenhados no papel orientador para a ONU no que diz respeito a implementação do Quadro da Cooperação, que possa acelerar e ter progressos nos resultados prioritários de desenvolvimento para o povo da Guiné-Bissau.

Durante esta reunião que termina hoje serão analisados os resultados do quadro de Cooperação da ONU e Governo, a situação atual do Fundo de Consolidação da Paz da ONU, o Plano de Ação do Governo focado nas Regiões e a metodologia para a elaboração do próximo Plano Nacional de Desenvolviento

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