ANP Niger : Les biens du Bureau National de la Carte Brune CEDEAO déclarés désormais ‘’insaisissables’’ ANP Le Niger va organiser le 1er Juillet 2021 une table ronde pour le financement de sa nouvelle Stratégie de Finance Inclusive ANP Décès de l’ancien Ministre Mohamed Boucha ce jeudi 24 juin 2021 : Les obsèques officielles prévues ce vendredi 25 juin ANP Inauguration à Niamey de la nouvelle ambassade des États Unis construite à plus de 150 milliards de francs CFA ANP Le Premier Ministre Ouhoumoudou préside la 12ème réunion du comité de pilotage de la mission Eucap Sahel Niger APS ONZE NOUVEAUX MEMBRES FONT LEUR ENTRÉE DANS LE CONSEIL D’ADMINISTRATION DE LA SODAV APS TOURNOI DE DUBAÏ : UNE DÉFAITE QUI OBLIGE LES LIONS À GAGNER LE DERNIER MATCH, SELON LEUR COACH APS TOURNOI U20 UAFA : MALICK DAFF SALUE LA BONNE ENTAME DE SON ÉQUIPE APS USSEIN : LES RECOMMANDATIONS DU CONSEIL ACADÉMIQUE POUR UNE REPRISE DES COURS DANS LES MEILLEURS DÉLAIS APS CÉRÉMONIE DE RESTITUTION DE L’INVENTAIRE SUR LE PATRIMOINE CULTUREL IMMATÉRIEL, MARDI

Literatura Infantil: Há pouco esforço ainda para tornar o livro mais acessível às crianças – Natacha Magalhães


  2 Avril      42        Livres (163),

   

Praia, 02 Abr (Inforpress) – A escritora de livros infanto-juvenil Natacha Magalhães considerou hoje que apesar do empenho do Governo e outras instituições ainda se verifica pouco esforço para tornar o livro mais acessível às crianças.

Em declarações à Inforpress, no âmbito do Dia Internacional do Livro Infantil, a escritora e jornalista enalteceu o esforço que vem sendo feito pelo Ministério da Cultura, o Ministério da Educação, iniciativas particulares, escritores e instituições no sentido de promover a leitura no seio dos mais pequeninos.

Apesar disso, realçou, a sua preocupação vai no sentido de que há pouco esforço ainda para tornar o livro mais acessível às crianças. Isto é, a seu ver, falta criar condições para que haja uma ligação entre o livro e a criança, e essa ligação, sublinhou, deve ser criada pelos animadores da leitura.

“Não basta só termos livros, colocá-las nas escolas e nas bibliotecas, temos que ter também pessoas preparadas e formadas para criar essa ligação entre a criança e o livro. Tem que ser pessoas que sejam capazes de trabalhar os livros, juntamente com as crianças, mas de uma forma divertida, lúdica para que elas possam ficar presas ao livro e ter esse gosto e prazer pela leitura”, enfatizou.

Conforme disse, no pré-escolar e no ensino básico há alguma actividade para incentivar a leitura através de livros de estórias, mas já na fase dos 11 e 12 anos, isto é, na pré-adolescência “há todo um vazio até à idade adulta”.

Para a escritora, nessa faixa etária é preciso criar mais incentivo, mais actividades, mais promoção da leitura, e as “escolas são chamadas a cumprir esse papel”, pois, é uma idade em que os alunos focam mais nas tecnologias de informação e comunicação, em vez da leitura.

A mesma fonte acredita que o concurso de leitura realizado nas escolas e o Plano Nacional da Leitura vão contribuir ainda mais para esse processo de incentivo à leitura.

Dans la même catégorie