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Nova carta náutica vai “melhorar segurança” na navegação e “aumentar acções preventivas” de poluição – IMP


  7 Décembre      18        Science (378),

   

Mindelo, 07 Dez (Inforpress) – O assessor do conselho directivo do Instituto Marítimo e Portuário (IMP), Raúl Soulé, garantiu que a nova carta náutica publicada neste domingo irá “melhorar a segurança” na navegação e “aumentar as acções preventivas” de poluição marinha.
A nova carta, publicada neste domingo pelo Instituto Hidrográfico de Portugal, começa a ser publicitada nos próximos dias pelo IMP junto de operadores nacionais e internacionais, conforme a mesma fonte à Inforpress.
“Esta nova carta irá contribuir para melhorar a segurança de navegação marítima e aumentar as acções preventivas de poluição marinha”, sustentou Raúl Soulé, referindo-se à 1ª edição da Carta Náutica 62102 (INT 1960), que cancela a Carta Náutica 201, cuja última actualização data de 1960, asseverou.
Em retrospectiva, o assessor lembrou que o processo que culminou na publicação desse instrumento marítimo resulta de uma parceria entre os governos de Cabo Verde e de Portugal, assinada em 1986, no âmbito da segurança marítima, cartografia, hidrografia e oceanografia.
Entretanto, este acordo, segundo a mesma fonte, teve um interregno até 2003, data em que foi assinada uma adenda especificando as linhas mestras do plano estratégico que abrangesse as vertentes mencionadas.
“Em 2004, nós reiniciamos um serviço de levantamento topo hidrográfico nos portos de Cabo Verde, porque os serviços relevantes nestes portos tinham sido feitos na década de 50 e muito pouco na década de 60”, explicou Raúl Soulé, para quem até 2004 foram registados “serviços pouco relevantes”.
O processo foi iniciado, ajuntou, com os serviços de cartografia em portos como de Sal-Rei (Boa Vista), São Vicente e porto da Praia (Santiago), considerados os “mais movimentados e que têm maior procura”, não só de navios de marinha de comércio, mas também da pesca e outras classes.
De seguida abrangeu-se os outros portos do arquipélago, incluindo os “desembarcadores” de Preguiça (São Nicola, e Tarrafal (Santiago).
Toda esta investigação foi complementada em 2014, com a publicação das cartas das zonas portuárias.
Em 2016, com a deslocação de um navio hidrográfico da Marinha Portuguesa, que esteve em exercício nas águas de Cabo Verde, aproveitou-se, conforme a mesma fonte, para fazer exercícios de hidrografia utilizando “equipamentos mais modernos”, nomeadamente a sonda multi-feixe.
“Sendo que até então, apenas tínhamos utilizados serviços via sonda sonora normal, que não tem essas características da sonda utilizada em 2016, que consegue captar informações mais fidedignas, que pode levar à elaboração de cartas náuticas muito precisas”, explicou o também comandante de marinha mercante.
Todas essas informações e outros dados recolhidos por outras instituições científicas estrangeiras que fizeram batimetria nas águas oceânicas (águas mais afastadas das costas) culminaram, assim, na publicação do Instituto Hidrográfico de Portugal, que “desta feita abrange não só a zona dos portos, como todo o arquipélago”.
“Os navegadores que procuram as águas de Cabo Verde já têm antes de chegar aos portos as informações necessárias para se fazer uma navegação segura”, considerou Raúl Soulé, adiantando que o IMP se regozija com essa materialização.
Para a aquisição das cartas náuticas, os interessados, segundo o responsável, devem contactar o Instituto Hidrográfico de Portugal e fazer o pedido através do site, uma vez estas são impressas no momento da compra e com data actualizada, e enviadas pelo correio, no mesmo dia, pelo próprio instituto português.
Daí a razão, concretizou Raul Soulé, de o País não ter interesse em comercializar as cartas, que são “actualizadas de acordo com a data da compra e em pouco tempo podem ser consideradas desactualizadas”

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