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Política/Governo apela maior colaboração aos demais órgãos de soberania no processo de consolidação da paz


  4 Décembre      27        Politique (25281),

 

Bissau, 04 Dez 23 (ANG) – O Governo  apelou no fim-de-semana  maior colaboração e acompanhamento aos demais órgãos de soberania, no processo de consolidação da paz  e do Estado de Direito Democrático no país.

Em comunicado à imprensa à que a Agência de Notícias da Guiné (ANG) teve acesso, O Executivo diz lamentar   o ocorrido do dia 01 de Dezembro, garantindo multiplicar os seus esforços para  criação de condições para que as perturbações a paz e a ordem pública registadas não se repetissem.

“Lamentamos a atuação da Procuradoria Geral da República (PGR), caraterizada pela violação flagrante  de regras processuais na audição e detenção do ministro da Económia e Finanças (MEF) e do Secretário de Estado do Tesouro, enquanto membros do Governo”, lê-se no documento.

O mesmo comunicado realça que o Governo condenou os atos perpetrados por elementos da Brigada de Intervenção Rápida (BIR) da Guarda Nacional, praticados em desobediência e afronta à ordem hierárquica estabelecida.

Lamentou ainda o uso de meios e de forças contra as instalações e os elementos da Brigada Intervenção Rápida (BIR) da Guarda Nacional, pelo Estado Maior General das Forças Armadas, ao invés de recuso aos meios que, seguramente, poupariam vidas humanas, entretanto, perdidas.

No mesmo documento remetido à imprensa o Governo lamenta as operdas humanas ocorridas  e endereça as suas condolências  às famílias enlutadas.

O Executivo exorta a Comunidade Internacional em geral e a CEDEAO, em particular, a acompanhar o Governo no seu esforço para garantir a segurança e a estabilização do país.

Na madrugada e na manhã de sexta-feira, 01 de Dezembro,  o batalhão da guarda presidencial e a Polícia Militar atacaram o comando da Guarda Nacional para retirar o ministro da Economia e Finanças, Suleimane Seidi, e o secretário de Estado do Tesouro, António Monteiro.

Os dois governantes foram para lá levados pela Guarda Nacional que os retirou das celas da Polícia Judiciária, onde estavam em prisão preventiva por ordens do Ministério Público que os investiga no âmbito de um processo de pagamento de dívidas a 11 empresas.

Do ataque ao quartel da Guarda Nacional resultaram dois mortos, a retirada dos dois governantes, que foram novamente conduzidos às celas da PJ e ainda a detenção do comandante da corporação, coronel Vítor Tchongo, e mais alguns elementos.

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