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Presidenciais 2021: Joaquim Monteiro promete uma campanha eleitoral mais “agressiva”


  29 Septembre      20        Politique (20044),

   

Cidade da Praia, 29 Set (Inforpress) – O combatente da liberdade da pátria, Joaquim Monteiro, 81 anos, apresenta-se pela terceira vez consecutiva, como candidato ao cargo de Presidente da República e desta feita promete uma campanha eleitoral mais “agressiva”.
O candidato esclareceu que, ao contrário das campanhas anteriores, “quando considerava os outros concorrentes de “companheiros”, para essa nova corrida eleitoral “não haverá diálogo”.
Por isso, sublinha que se sente no dever de fazer uma campanha “mais agressiva”, para que o povo cabo-verdiano não continue a ser enganado.
Neste sentido, Joaquim Monteiro propõe equacionar os problemas do povo cabo-verdiano que, conforme disse, “continua a sofrer, a viver na miséria e na desgraça”.
“É preciso equacionar o problema cabo-verdiano porque todos os problemas são equacionáveis. Cabo Verde é hoje um país bem definido na arena internacional”, disse, frisando que o povo de Cabo Verde também devia sentir “esse desenvolvimento”.
O candidato do povo, como se autodenominou nas corridas presidências anteriores, perspectiva um diálogo permanente com os cabo-verdianos “para conhecer e equacionar os seus problemas”.
“O meu diálogo é e será com o meu povo, com o povo cabo-verdiano. Os outros candidatos, para quê dialogar com eles (?), a máquina de fraude que se instalou em Cabo Verde é horrível. Os partidos, a CNE e o próprio cidadão são responsáveis por esta situação fraudulenta que se instalou em Cabo Verde”, acusou.
Entretanto, o candidato mais velho e com mais participação nas eleições presidenciais cabo-verdianas, afiançou que se não houver fraude eleitoral sairá vitorioso.
Joaquim Jaime Monteiro define-se como professor, político e investigador na área agroalimentar. Natural de Coculi, ilha de Santo Antão, o candidato nasceu a 21 de Agosto de 1940.
Com 21 anos, serviu o exército português, em Macau, juntamente com o antigo Presidente de Portugal, Ramalho Eanes. Desde os 18 anos, envolveu-se na política, denunciando a fome na sua ilha natal e manifestando-se contra os ideais do regime colonialista.
Enquanto militante na clandestinidade do então movimento libertador anticolonialista, PAIGC, Joaquim Jaime Monteiro esteve na Europa em missão partidária no final dos anos 60 para promover os objectivos da independência da Guiné-Bissau e Cabo Verde.
Depois da independência, desempenhou funções em Cabo Verde, na qualidade de director da escola de superação dos quadros do PAIGC, na altura.
Amante da meditação, o candidato fala além do crioulo e português, inglês e francês e tem ainda conhecimentos da língua norueguesa.
Nas presidenciais do dia 17 de Outubro concorrem sete candidatos – Fernando Delgado, Gilson Alves, José Maria Neves, Carlos Veiga, Hélio Sanches, Casimiro de Pina e Joaquim Monteiro.
As últimas eleições presidenciais em Cabo Verde ocorreram no dia 02 de Outubro de 2016, com três candidatos (Albertino Graça, Jorge Carlos Fonseca e Joaquim Monteiro), venceu Jorge Carlos Fonseca na primeira volta com 74% dos votos, para um segundo mandato.

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