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São Vicente: Em Cabo Verde há mais casos de transporte de doentes em aviões comerciais do que evacuações médicas – Henrique Vera-cruz


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Praia, 30 Out (Inforpress) – O dirigente do departamento de medicina aeronáutica da Agência de Aviação Civil ( AAC), Henrique Vera-cruz, disse hoje que, conforme a medicina aeronáutica, acontece no país mais casos de transporte de doentes em aviões comerciais do que aeronáutica.

O médico Henrique Vera-cruz falava à imprensa a propósito do workshop sobre transporte de doentes pela via aérea, realizada pela AAC no Hospital Baptista de Sousa (HBS).

Segundo o especialista, a evacuação médica pressupõe que as condições que o paciente tem a bordo da aeronave sejam, no mínimo, iguais àquelas que tinham no ponto de partida, ou do hospital onde estavam.

O princípio da evacuação médica, explicou, é que “não pode haver descontinuidade” da assistência médica durante o transporte e que essa assistência seja “feita por pessoas tão qualificadas” como aquelas que estavam a seguir o doente na unidade onde ele estava.

“Nessa base, não há evacuações aeromédicas sem uma equipa médica preparada para esse efeito e o doente não pode vir acompanhado de um familiar ou apenas com uma enfermeira,” frisou Henrique Vera-cruz, que ajuntou que, dependendo da complexidade da situação, é eleita uma equipa que deve ter um treino prévio para saber como lidar com situações a bordo de uma aeronave.

Segundo mesma fonte, outro dado a ter em conta é a escolha do meio de transporte adequado de acordo com a situação clínica da pessoa. Isto porque, elucidou, “nem sempre terá que ser aéreo”, mas, terá que ser “um transporte menos rápido, mas mais adequado à patologia” e que assegure que quando o paciente chegar ao local de tratamento “não tenha sofrido agravamento da sua patologia.”

“Mesmo quando fazemos o transporte dentro de Santo Antão ou de um concelho de Santiago para um hospital central não é feito num transporte adequado. Estamos a fazer uma evacuação, mas há ambulâncias que não estão preparadas para isso”, acrescentou o médico.

E por que a questão do transporte de doentes começa em terra, conforme Henrique Vera-cruz é preciso equacionar para que o país tenha um serviço de evacuações médicas para garantir um transporte adequado e um serviço de assistência pré-hospitalar. Aliás atestou esta é uma questão que está a ser levantada pela AAC e cujo próprio Governo está consciente.

“O Governo já tem consciência disso e já trouxe especialistas para analisar a criação de condições para assistência pré-hospitalar em Cabo Verde e fazer um plano para isso”, disse.

Sobre o workshop realizado no HBS o dirigente do departamento de medicina aeronáutica da Agência de Aviação Civil explicou que serve para alertar os profissionais sobre as condições de transportes dos doentes.

Também pretendem divulgar aos profissionais da saúde dessa unidade hospitalar a fisiologia do voo e o que é que se passa no organismo de cada pessoa independentemente de estar doente ou não numa aeronave a voar.

“É preciso conhecer para cada patologia quais são as adaptações necessárias para se providenciar melhores meios para se adaptar,” enfatizou.

CD/ZS

Inforpress/Fim

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