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Sociedade/LGDH se congratula com decisão das autoridades nacionais de pôr fim a mendicidade de crianças talibés


  29 Mars      27        Société (42353),

 

Bissau, 29 Mar (ANG) – A Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH) diz congratular com a decisão das autoridades nacionais de pôr fim a “mendicidade forçada e casamento infantil e forçado”, em cumprimento das suas obrigações internacionais.

O chefe de Estado guineense Umaro Sissoco Embaló ordenou   recentemente na região de Gabu, que  mestres corânicos e pais das crianças talibés que circulam nas ruas pedindo esmolas sejam  detidos caso essa prática prosseguir no país.

Em comunicado à imprensa à que  ANG teve acesso hoje, o organismo que defende os direitos humanos disse que a mendicidade forçada e casamento infantil e forçado constituem práticas tradicionais frequentes no país, e que  consubstanciam uma afronta à dignidade das crianças e mulheres, por isso considera de  corajosa a decisão das autoridades.

No documento, a LGDH disse que, no  âmbito da sua missão de promoção e proteção dos direitos humanos, tem denunciado, sistematicamente, a prevalência destas práticas na Guiné-Bissau, tendo, sucessivamente, exortado às autoridades nacionais no sentido de adoptarem mecanismos adequados com vista a erradicação dessas práticas no país.

Para a LGDH, a mendicidade forçada não passa de um crime público de exploração de mão de obra infantil para assegurar as mordomias e o sustento de alguns adultos que fazem desta prática um meio de sobrevivência.

“Com efeito, as medidas anunciadas devem ser enquadradas numa estratégia global duradoura e sustentável de proteção das crianças, que inclui a aprovação de uma legislação incriminadora da mendicidade forçada e casamento infantil”, defende a LGDH na nota.

A ordem do Presidente da República está a ser cumprida pelas autoridades religiosas e policiais.

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