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Telecomunicações/Guineenses insatisfeitos com a má prestação de serviço das empresas de rede móvel


  17 Mai      9        Science (378),

   

Bissau, 17 Mai 21 (ANG) – Os cidadãos guineenses manifestaram a insatisfação com a má qualidade de serviço das duas empresas de telecomunicação em funcionamento nos país, nomeadamente a MTN e ORANGE, e com a inoperância da GUINETEL.

Numa auscultação feita hoje pela ANG aos cidadãos, alusiva ao Dia Internacional das telecomunicações que se assinala hoje, 17 de Maio, os cidadãos exortaram o Estado guineense a criar condições para que a Empresa Nacional de Telecomunicações , a Guinetel retome o funcionamento para garantir segurança e autonomia ao setor.

Augusto Có, criticou  a incapacidade da Orange e MTN de assegurar cobertura plena e de qualidade em todo o território nacional, e  responsabilizou o Estado guineense e em particular a  Agência Reguladora Nacional de Telecomunicações ARN, por não estar a fazer o seu trabalhos como deve ser, para regular e fiscalizar o funcionamentos dessas empresas.

De acordo com a Dacia Nancassa, a prestação de serviço da MTN e ORANGE, está a quem da espectativa, com tarifas altas, fraca cobertura da rede a nível nacional e péssimas condições de funcionamento da  internet , constituem problemas graves nos processos comunicacionais dos cidadãos a nível nacional e internacional.

Por sua vez, Eunicia Biague, denunciou o que diz ser “péssimo” atendimento dos agentes dessas empresas, constantes problemas de créditos desaparecidos nas contas dos clientes, que, em muitos casos, acabam sem soluções, e os cidadãos acabam perdendo o seu dinheiro.

Acrescenta que , apesar de várias  denúncias e até então o Estado, através da ARN não assumiu a sua responsabilidade para pôr cobro à essa situação.

Eniedson Correia dos Reis, pelo contrário, agradece as referidas empresas pelo o que considera   “avanços feitos no setor de telecomunicações”, e que diz ter facilitado ligações inter-pessoal, e serviços de transferência de dinheiro.

Segundo Eniedson,  a operação das empresas de telecomunicações  têm trazido inovações mas  apresentam séries de dificuldades nomeadamente, falta de cobertura da rede de qualidade, em todo o território, e ausência de empresa nacional no setor de telecomunicações, já há décadas, o que na sua opinião, tornou vulnerável a segurança interna do país.

Na opinião de Edgar Martinho Cunha, as empresas de telecomunicações que operam no país no país, não estão a servir devidamente o país, e quem de direito como a ARN, está mais a colaborar com as empresas ao invés
de estar ao lado dos consumidores.

Cunha exortou o Estado guineense a reunir condições para que a Guinetel volte ao mercado para proporcionar a concorrência e  a qualidade de serviços.

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