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Presidente da República promete dialogar com sindicatos do sector educativo sobre as greves de professores


  14 Mai      3        Politics (15565),

   

Bissau,14 Mai 21(ANG) – O Presidente da República afirmou quinta-feira que “ninguém vai mais sequestrar o país”, isso numa clara alusão as constantes paralisações na função pública que afectam directamente o sistema do ensino do país e o sector da saúde.

Umaro Sissoco Embaló que falava após a reza de ramadão que efectuou na sua residência, confirmou que hoje dia 14, vai-se reunir com os dois sindicatos dos professores e as organizações estudantis, remetendo para ministro da Função Pública, a negociação com a União Nacional dos Trabalhadores da Guiné, UNTG.

“Hoje ainda vou falar com SINAPROF, SINDEPROF, Associação dos Alunos e dos Pais e Encarregados da Educação, porque ninguém pode sequestrar mais este país. Há regras e tem que haver o entendimento e eu, enquanto  Presidente da República, não vou permitir mais que alguém sequestre o país”, disse.

O chefe de Estado adiantou que, por aquilo que sabe, todos os meses, os funcionários públicos da Guiné-Bissau recebem os seus salários, frisando que, agora, “convém que elegemos a Guiné-Bissau em primeiro lugar”, tendo prometido que ainda hoje, pensa que definitivamente, vão encontrar uma solução.

Por outro lado, o Presidente da República disse esperar que o presente campanha de comercialização da castanha de caju seja melhor que do ano passado para poder animar a economia nacional

“A minha mensagem para o dia de hoje é a de paz e perdão e aproximação entre os guineenses, porque há muita coisa a fazer no país, (…) mas de qualquer das formas temos que trabalhar, sabemos que o país não tem meios, mas podemos fazer aquilo que dispomos e nessa altura”, aconselhou.

Umaro Sissoco Embaló referiu  que está-se na comercialização da castanha de caju e disse esperar que este ano seja melhor que o ano passado para se poder fazer uma boa colheita e comercialização para animar um pouco a economia nacional.

Por seu lado, igualmente no quadro da celebração da festa de Ramadão que marca o fim de 30 dias de jejum de fiéis  muçulmanos, o líder do Movimento para Alternância Democrática (MADEM-G15) Braima Camará pediu a paz, estabilidade e entendimento através de um diálogo franco e sincero entre todos os guineenses.

“O mais importante para mim nesta data (de Ramadã) é a tolerância, humildade, diálogo. É aceitar as nossas divergências de ideias para que possamos construir um país assente na verdade, democracia,  justiça e acima de tudo na igualdade de oportunidades entre todos os guineenses, para que possamos virar a página, mudar o rumo dos acontecimentos, porque já deve ser a hora de a Guiné-Bissau mudar para o positivo”, afirmou.

Devido as restrições impostas pelas autoridades sanitárias no quadro do combate à covid-19, Sissoco Embaló efectuou quinta-feira a reza de ramadão na sua residência, ao lado de alguns membros do governo.

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