COVID-19 : NEUF DÉCÈS ET 255 PATIENTS GUÉRIS APS LE MUSÉE DES CIVILISATIONS NOIRES ADAPTE SES HORAIRES AU COVID-19 APS DES HOMMES EXPÉRIMENTÉS POUR ÉRIGER UN CLUB MODERNE À GUÉDIAWAYE INFOPRESS IPC apresenta catálogo do Inventário do Património Cultural Imaterial da Ribeira Grande de Santiago INFOPRESS Conselho de Ministros vai aprovar resolução que regulamenta rendimento social de inclusão – ministro INFOPRESS Ilha do Sal: Autarquia e ICIEG analisam possibilidade de criação de centro de abrigo na ilha INFOPRESS Brava: Equipa camarária inicia visita às localidades para auscultar preocupações da população INFOPRESS Atletismo: Câmara Municipal de São Domingos promove 1ª edição da Corrida Febreru INFOPRESS MpD destaca aposta na política externa implementada pelo Governo com resultados visíveis INFOPRESS Música: Elida Almeida recorre a uma ‘live’ para apresentar “GerasoNobu”

ÁFRICAOCIDENTAL/REPRESENTANTE DA ONU SUBLINHA NECESSIDADE DE NOVA CONSTITUIÇÃO NA GUINÉ-BISSAU


  12 Janvier      10        Politique (14431),

   

Bissau, 12 Jan 21 (ANG) – O representante do secretário-geral da Organização das Nações Unidas para a África Ocidental, Mohamed Ibn Chambas, destacou segunda-feira, em reunião do Conselho de Segurança, a necessidade de uma nova Constituição na Guiné-Bissau, mais adaptada às especificidades do país.

Mohamed Ibn Chambas disse hoje que o encerramento do Gabinete Integrado de Consolidação da Paz das Nações Unidas na Guiné-Bissau (Uniogbis), a 31 de Dezembro, « marca um momento auspicioso para que os guineenses se juntem e cheguem a acordo sobre uma nova Constituição ».

Para o representante do secretário-geral, a nova Constituição na Guiné-Bissau deverá ser « mais adaptada às especificidades do país, quebrando o ciclo de agitação política, violência e problemas governativos complexos ».

Com o fim da Uniogbis, a Guiné-Bissau passa a integrar o Gabinete da ONU para a África Ocidental e o Sahel (UNOWAS, sigla em inglês), com sede em Dakar.

Segundo Mohamed Ibn Chambas, o UNOWAS já estabeleceu « mecanismos de colaboração sólidos para acompanhar a Guiné-Bissau no futuro », nomeadamente em conjunto com a coordenadora residente da ONU na Guiné-Bissau, a equipa da ONU para a Guiné-Bissau e a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO).

Com base no relatório do secretário-geral sobre a África Ocidental, com data de 24 de Dezembro, a situação em Guiné-Bissau « permanece tensa, em particular sobre os dois processos de revisão constitucional paralelos e concorrentes estabelecidos pelo Parlamento e pelo Presidente ».

O UNOWAS manifestou preocupação com a detenção ilegal e violação de direitos humanos na Guiné-Bissau contra adversários políticos e limitações à liberdade de imprensa.

Em relação ao tráfico de droga no país, o relatório do UNOWAS indicava também que a Guiné-Bissau « parece estar a emergir como um entreposto de distribuição de cocaína com destino a Lisboa, tendo em conta o número de detenções que se fizeram nessa rota entre Julho e Setembro ».

No final do ano, um relatório anual do Comité de Sanções da ONU para a Guiné-Bissau manteve o regime de sanções inalterado.

Dans la même catégorie