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Covid-19: ACLCC preocupada com suspensão do envio de doentes oncológicos para Portugal


  4 Février      17        Santé (9550),

   

Cidade da Praia, 04 Fev (Inforpress) – A presidente da Associação Cabo-verdiana de Luta Contra o Cancro (ACLCC) disse hoje que estão “preocupados” com a suspensão da transferência dos doentes oncológicos para fazer radioterapia em Portugal, devido ao aumento de casos da covid-19 naquele país.
Cornélia Pereira, que falava em declarações à Inforpress, por ocasião da celebração do Dia Mundial do Cancro, disse que esta informação tem chegado à associação na voz de doentes que aguardam a evacuação médica para Portugal.
Portugal, que normalmente recebe os doentes oncológicos para a fase de radioterapia, neste momento têm registado um aumento de novas infecções por covid-19, e esta questão, informou, os “aflige” e dá um certo “desconsolo” às pessoas que terão que aguardar luz verde por parte de Portugal para poderem fazer esse tratamento.
“Isto é algo que nos aflige porque as pessoas estão a necessitar. A quimioterapia já foi feita, falta a radioterapia, mas de qualquer forma esses doentes vão sendo seguidos e medicados pelas estruturas de saúde nacionais, que vão acompanhando a situação e assim que for possível ocorrerá a evacuação”, adiantou.
Cornélia Pereira assegurou que a associação vai procurar acompanhar essa situação através do Centro de Dia.
Para a mesma fonte, os desafios para Cabo Verde são “enormes”, uma vez que, o cancro a cada dia vai “dizimando pessoas”, por isso é necessário focar na vertente da prevenção, informação e sensibilização.
“Este é um ponto fundamental de levar a informação para que as pessoas não sintam medo de se dirigir ao centro de saúde, assim que tiverem sintomas. Essa luta contínua, com certeza, com o apoio de todos porque o cancro não escolhe idade, raça e nem cor”, acentuou.
É pensando nisso que, para o mês de Fevereiro, a associação pretende levar mensagens de prevenção do cancro para a população infanto-juvenil das escolas básicas da Cidade da Praia e de Santa Cruz, no interior da ilha de Santiago, respeitando todas as regras sanitárias.
No seu entender, as crianças, pelo facto de terem uma “grande ligação” com a comunidade, com os seus pais e com os vizinhos são “bons mensageiros”.
Sendo assim, informou que no dia 12 a comunidade de Várzea acolhe uma palestra com a médica e coordenadora nacional do programa contra o cancro, Carla Barbosa, que irá tentar “despir” esse preconceito que ainda existe na sociedade sobre esta doença.
Ainda, no âmbito do plano de actividades da associação para este ano, avançou que o foco será na divulgação de informação através de ‘spot’ radiofónico e algumas campanhas de rastreio às comunidades.
“Vamos divulgar a partir de hoje spots na rádio, tanto comunitária, como nacional, para precisamente divulgar a informação aos doentes oncológicos para respeitarem as programações das suas consultas, para dirigirem-se às estruturas de saúde caso tenham sintomas fora do normal, estar atentos e não abrandar esta luta”, informou.

Cornélia Pereira aconselhou os cabo-verdianos a não “baixarem os braços”, para se unirem à associação para que essa luta se torne “mais dinâmica”.
Apelou ainda à colaboração de todos porque, conforme sublinhou, só a associação não consegue fazer essa caminhada.
“Peço a colaboração de todos os parceiros, os nossos sócios, as estruturas de saúde para de mãos dadas tentarmos levar esta luta mais à frente”, rematou.

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