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Autárquicas/Covid-19: Presidente da República apela ao cumprimento das regras e directrizes durante processo eleitoral


  8 Octobre      9        Politique (12126),

   

Cidade da Praia, 08 Out (Inforpress) – O Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, apelou esta quarta-feira a população para cumprir com as regras e directrizes estabelecidas e, assim, diminuir os riscos de contaminação por covid-19 durante o processo eleitoral.

“Como todos sabem, as eleições do dia 25 de Outubro decorrem num ambiente muito particular caracterizado pela pandemia do covid-19 que tem condicionado de forma muito poderosa a vida do nosso País, nas esferas sanitária, económica e social”, referiu o chefe de Estado, em mensagem por ocasião do arranque da campanha eleitoral para escrutínio autárquico, que se inicia às 00:00 de quinta-feira, 08.

Jorge Carlos Fonseca lembrou que as autoridades, particularmente as responsáveis pelo processo eleitoral, como a Comissão Nacional de Eleições (CNE), têm-se desdobrado em recomendações e orientações com vista a reduzir, ao máximo, os riscos de contaminação que o processo eleitoral acarreta.

Nesta linha, o chefe de Estado frisou ainda que todas as nossas actividades estão “altamente condicionadas” por esta doença que afecta milhares de pessoas, já provocou dezenas de mortes e que, apesar dos esforços das autoridades, “ainda não está totalmente controlada”.

Referiu também que não se pode “de forma alguma ignorar” que as actividades das campanhas eleitorais, ao propiciarem a aglomeração de pessoas, no quadro de alguma euforia, por vezes associada ao consumo de bebidas alcoólicas, poderão contribuir para o aumento do número de casos da doença.

Por outro lado, considerou que a democracia vive e legitima-se de processos desta natureza, que permitem ao cidadão, livremente, fazer escolhas, sufragar programas e, de certa forma, co-responsabilizar-se pelo seu futuro.

“As eleições, por isso, assumem, simultaneamente, um carácter de celebração e de compromisso com a construção do destino colectivo”, afirmou.

“Para além de elas não deixarem de se constituir, também, porque igualmente, vivemos em democracia, num processo competitivo e de confrontação de ideias, de interesses, de caminhos”, declarou.

Por estas razões, prosseguiu o Presidente da República, as campanhas eleitorais são vividas com “muita intensidade, com muito entusiasmo”, que, “felizmente entre nós não conhecem excessos mais ou menos comuns em outras paragens”, apontou Fonseca.

Jorge Carlos Fonseca reconheceu ainda o trabalho das autoridades, particularmente as responsáveis pelo processo eleitoral, como a CNE, que se tem desdobrado em recomendações e orientações com vista a reduzir, ao máximo, os riscos de contaminação durante as eleições.

“Dirijo-me aos importantes protagonistas desta disputa eleitoral, partidos políticos, grupos de independentes, candidatos, responsáveis pelo processo eleitoral e autoridades, no sentido de tudo fazerem para que estas eleições não se constituam num factor de agravamento da complexa situação sanitária e social em que estamos a viver”, referiu o chefe de Estado.

Por fim, pediu de “forma especial e particular” ao eleitor para participar “de forma activa e responsável” nesta “festa da democracia, defendendo a vida, preservando a sua saúde e a dos seus familiares”.

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