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OMS alerta para aumento de casos de cancro na região africana


  5 Février      19        Santé (9448),

   

Cidade da Praia, 05 Fev (Inforpress) – A directora regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a África, Matshidiso Moeti, alertou para o aumento do número de casos de cancro, que duplicou na Região Africana.
O Dia Mundial de Luta Contra o Cancro, que é assinalado esta quinta-feira e sob o tema “Eu sou e eu vou”, marca, de acordo com a OMS, o fim de uma campanha de três anos que tem procurado reduzir o medo em torno do cancro, melhorar a compreensão da doença e mudar comportamentos e atitudes em relação à mesma.
“Nos últimos 20 anos, o número de novos casos de cancro mais do que duplicou na Região Africana, passando de 338 000 casos notificados em 2002 para quase 846 000 casos em 2020 sendo as formas mais comuns o cancro da mama, do colo do útero, da próstata, do intestino, do cólon, do recto e do fígado”, realçou Matshidiso Moeti, sublinhado que os factores de risco associados ao cancro incluem a idade avançada e história familiar, o consumo de tabaco e álcool, entre outros.
A responsável, que revelou que a Região Africana tem o fardo mais elevado de cancro do colo do útero entre as regiões da OMS, realçou ainda que a adopção, em 2020, pela Assembleia Mundial da Saúde, da Estratégia Mundial para acelerar a eliminação do cancro do colo do útero foi de “grande relevância”.
“Na maioria dos países africanos, as comunidades têm acesso limitado aos serviços de rastreio, detecção precoce, diagnóstico e tratamento do cancro. Apenas cerca de 30% das crianças africanas diagnosticadas com cancro sobrevivem, em comparação com 80% das crianças em economias de rendimento elevado”, referiu, sublinhando que os desafios no acesso a cuidados oncológicos são ainda mais agravados em tempos de crise, como na actual pandemia da covid-19.
Segundo Matshidiso Moeti, a interferência da indústria, nomeadamente através da promoção e comercialização de produtos cancerígenos, constitui um desafio cada vez maior.
Assinalou que a introdução da vacina contra o vírus do papiloma humano (HPV) deve ser reforçada para a prevenção do cancro do colo do útero.
Até à data, observou, 17 países africanos alargaram a vacinação contra o HPV a todo o território nacional, incluindo o Ruanda e o Zimbabué, que estão ambos a alcançar uma elevada cobertura vacinal a nível nacional graças ao compromisso assumido pelos seus governos e parceiros.
“No futuro, o crescente fardo do cancro exercerá pressões adicionais sobre os sistemas de Saúde com recursos limitados e sobre os doentes e suas famílias que deverão suportar custos catastróficos para acederem aos serviços”, disse, afirmando que a prestação de serviços para o cancro, incluindo os cuidados paliativos, deverá ser integrada em pacotes de prestações e regimes de segurança social.
Para reforçar os serviços de oncologia, a OMS recomenda o desenvolvimento das capacidades dos profissionais de saúde a nível distrital, juntamente com a implementação de um sistema de vigilância abrangente e o investimento em inovações digitais que melhorem o acesso a cuidados oncológicos.
Finalmente, recorda que todos têm um papel a desempenhar na redução do estigma em torno do cancro, na melhoria da compreensão desta doença e na sensibilização das pessoas para a importância do rastreio e cuidados precoces.

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