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Presidente da República exige coesão e maior articulação das instituições que trabalham na prevenção e combate à covid-19


  6 Août      10        Politique (11447),

   

Cidade da Praia, 06 Ago (Inforpress) – O Presidente da República exigiu hoje mais coesão, articulação, determinação e colaboração das instituições ligadas à prevenção e combate da covid-19 para que possam juntos enfrentar os desafios e as dificuldades.
Jorge Carlos Fonseca fez esta chamada de atenção na sua página da rede social Facebook, a propósito das declarações do director nacional de Saúde, Artur Correia, e do presidente do Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros (SNPCB), Renaldo Rodrigues, sobre o impacto das medidas de fiscalização no terreno.
Segundo escreveu o Presidente da República, todos os reparos a actuações ou omissões de instituições ligadas directamente à prevenção e combate ao vírus, mesmo os mais objectivos e legítimos, vindos de parceiros institucionais, devem ser preferencialmente colocados nos “espaços próprios” e não na “praça pública”.
“O momento que vivemos, no quadro de uma persistente situação de epidemia (covid-19), exige perseverança na atitude, paciência no combate, sentido de responsabilidade de todos e de cada um de nós, e, igualmente, uma postura de solidariedade e cuidada e permanente articulação institucionais”, nota o Chefe do Estado.
Sobre as declarações das duas entidades, Jorge Carlos Fonseca salientou na sua página social que, havendo dificuldades, falhas e erros, seja de onde surgiram, o adequado é o esforço de suprimento, de superação e de correcção, com vista ao aprimoramento e ao reforço da eficácia da luta contra a epidemia e os seus efeitos.
Em conferência de imprensa na segunda-feira, 03, falando sobre o tema fiscalização, Artur Correia, indicou que havia falha numa “melhor fiscalização por falta das autoridades competentes no cumprimento das normas, na circulação nos autocarros, nos supermercados, no ajuntamento de pessoas que acontece aos fins-de-semana e quase todos os dias”.
Sublinhou ainda, que para ultrapassar essa situação, a capital do país precisaria de mais e melhores acções que passassem pelo envolvimento e responsabilização da população, mas também das autoridades como a protecção civil, polícia e outras forças de segurança no sentido de fazer cumprir as normas gerais emanadas do Governo.
O presidente do Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros (SNPCB) em conferência de imprensa, terça-feira, 04, considerou de “infelizes” e “contraditórias” a resposta de director Nacional da Saúde, sobre o reforço das acções de fiscalização no terreno.
“A afirmação, de certa forma desmerece aquilo que é o trabalho que os profissionais estão a fazer no terreno e demonstra que o director Nacional da Saúde não está a acompanhar aquilo que é o trabalho da fiscalização, porque se estivesse por dentro, iria perceber que nesta fase, nós, diariamente, temos o pessoal no terreno”, declarou, apelando a uma certa cautela relativamente à análise das acções de fiscalização no contexto da covid-19.
Na sequência destas declarações, o Inspector-geral das Actividades Económicas (IGAE) Elisângelo Monteiro, destacou na altura, as acções de fiscalização realizadas nos últimos meses pela instituição, indicando que em quatro semanas de intervenções foram detidas quase 500 pessoas por incumprimento das regras.
“Existem ainda vários estabelecimentos que ainda permanecem encerados, porque não têm condições legais, não estão reunidas as condições sanitárias, daí então essa equipa tem feito para além das acções de fiscalização e de controlo de dia e de noite. Estamos aqui numa intensidade operacional muito grande, que precisa ter o acompanhamento da direcção Nacional da Saúde”, afirmou.
Cabo Verde contabiliza um acumulado de 2.689 infectados pelo novo coronavírus e 27 óbitos.

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