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Uganda/Kampala sob vigilância reforçada após duplo atentado


  17 Novembre      27        Securité (2155),

   

Bissau, 17 Nov 21(ANG) – A capital do Uganda, Kampala, teve hoje a sua vigilância reforçada, com ruas bloqueadas e postos de controlo e patrulhas armadas instalados nas ruas, um dia depois de um duplo atentado suicida reivindicado pelo grupo do Estado Islâmico (EI), que deixou quatro mortos e mais de 30 feridos.

As duas explosões ocorreram pela manhã, com tr
ês minutos de intervalo, perto do quartel-general da polícia e do Parlamento, no distrito financeiro e administrativo de Kampala.
« A segurança foi reforçada em Kampala e no seu entorno para garantir que a população esteja protegida de qualquer perigo », disse à AFP o porta-voz da polícia metropolitana da capital ugandesa, Like Owoyesigyire.

Durante a manhã, via-se muitos agentes da polícia e militares nas ruas de Kampala, assim como pontos de controlo em algumas avenidas, provocando engarrafamentos, observou um jornalista da AFP no local.

Os investigadores continuam a inspeccionar os locais dos ataques, que deixaram quatro mortos e 36 feridos, segundo as forças policiais. De acordo com a Cruz Vermelha do Uganda, a maioria dos feridos são agentes da polícia.

O primeiro ataque teve como alvo um posto de controlo próximo ao Comando Geral da polícia por um homem que carregava uma bomba numa mochila. No segundo, dois homens « disfarçados de mototáxis » deflagraram a sua carga explosiva, perto da entrada do Parlamento.

As forças de contra-terrorismo detiveram um quarto terrorista e « apreenderam um dispositivo explosivo caseiro não detonado da sua casa », relatou terça-feira a polícia.

A explosão perto das instalações da polícia destruiu janelas, e a outra, perto do Parlamento, incendiou veículos estacionados na área.

A polícia do Uganda atribuiu o duplo atentado de terça-feira (16) a um « grupo local ligado às ADF », as Forças Democráticas Aliadas, uma rebelião ativa no leste da vizinha República Democrática do Congo (RDC).

Posteriormente, no entanto, o Estado Islâmico (EI) assumiu a responsabilidade pelos ataques, em nota publicada terça-feira no aplicativo de mensagens instantâneas Telegram. Nela, o EI anunciou que os ataques foram cometidos por três homens-bomba.

Este é o segundo atentado mortal no Uganda reivindicado pelo EI em poucas semanas. Em 23 de Outubro, o grupo já havia reivindicado a autoria de atentado a bomba num restaurante de Kampala. Nesta ocorrência, uma garçonete morreu e várias pessoas ficaram feridas.

Desde Abril de 2019, o EI assume a responsabilidade por alguns ataques cometidos pelas ADF, às quais se refere como a sua « Província da África Central » (Iscap, na sigla em inglês).

Em Março, os Estados Unidos incluíram as ADF à sua lista de « organizações terroristas » afiliadas ao EI.

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