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Médias lusófonas e francófonas especializam-se em questões climáticas e ambientais em Abidjan


  6 Décembre      19        Environnement/Eaux/Forêts (5012), média (290),

   

Abidjan, 06 Dez (Inforpress) – A imprensa cabo-verdiana está representada por jornalistas e responsáveis dos órgãos de comunicação social, juntamente com especialistas e ONG ligadas ao ambiente, no “Seminário Regional de Lançamento do projecto Terra África”, que arrancou hoje em Abidjan (Costa de Marfim).

Trata-se de um projecto da CFI (Developpement Medias), financiado pelo Ministério Francês da Europa dos Negócios Estrangeiros, que, igualmente, reunirá nestes dias cientistas, organizações da sociedade civil e representantes das comunidades impactantes que abordam a problemática das mudanças climáticas em países como Cabo Verde, Costa do Marfim, Guiné-Bissau, Guiné Conacri e Senegal.

Durante estes dias, os participantes estarão empenhados numa reflexão colectiva, em como os meios de comunicação social, a sociedade civil e os cientistas podem trabalhar, de forma conjunta, para melhoria das questões climáticas e ambientais dos cinco países integrantes no projecto.

Terra África, de acordo com os mentores do projecto, está determinada em apoiar jornalistas interessados e aprimorar as suas práticas sobre o tratamento transversal das questões ambientais, mediante a produção de conteúdos que promovam a procura de soluções e estimulem o engajamento político e cívico.

Durante a cerimónia de abertura, o director dos recursos do Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento (IRD, sigla em francês), AronaDiedhou, enalteceu a importância da especialização dos medias na problemática ambiental e climática, tendo afirmado que a África continua a ser o continente menos poluente do planeta, mas que, paradoxalmente, é o que mais sofre com os efeitos do aquecimento global.

Daí, avançou que este projecto “Terra África” está vocacionado para que nos próximos cincos anos, tenha resultados que vão permitir que o continente africano consiga, não só identificar as causas das suas alterações climáticas, como também trabalhar para a redução considerável dos impactos políticos, económicos, sociais, culturais, sanitários e ambientais.

Isto por considerar que os Objectivos do Desenvolvimento em África estão comprometidos, sobretudo por causa dos riscos da mudança climática, tendo inclusive descrito como crítica a situação no continente, porquanto a emissão de gases, afecta, de forma directa, ouindirectamente as suas gentes.

A particularidades deste seminário, é que pela primeira vez, nesta iniciativa da CFI em matérias climática e ambiental, a imprensa lusófona foi agrupada de forma a melhor capacitar os seus profissionais, atitude que Tamara Vilarins da organização, justificou como sendo a melhor forma para estabelecer pontes francófonas e lusófonas, com o entendimento que o ambiente não é isolado.

Para além dos órgãos de comunicação social, como Inforpress, RTC, RCV, Record TV, Rádio Morabeza, e pela organização sindical da classe jornalística, AJOC, Cabo Verde está representado neste seminário pela ONG Lantuna e associações ligados à problemática ambiental como a Quercus, contando ainda com Filomena Correia e Silva, na qualidade o membro do Bureau do Comité Consultivo da Afro (Open Society Foundation, OSF).

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